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Hodômetro - quilometragem dos participantes

Participante
Distância percorrida
Alberto
639,4 km
Daniela
810,0 km
Jorge
784,4 km
Marcelo
858,2 km
Paulo
211,2 km
Yumi
145,6 km
(considerando somente os eventos listados neste blog)

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Northbrasil 2013 - Fazenda das Pedras

Na primeira etapa do ano, acontecida na capital mundial do trekking, pernoitamos nos apartamentos da Fazenda das Pedras, mas dessa vez pegamos três apartamentos. Alberto e Yumi foram para Itu mais cedo, porque Alberto queria apresentar a cidade para ela. Daniela, Jorge e Marcelo foram mais tarde e aproveitaram para filar a bóia do casal no Bar do Alemão.



No domingo, acordamos em torno das 8h para preparar a largada, que aconteceu às 10h24.


Nos dois primeiros trechos, demos uma volta pelo mirante e próximo à piscina. O clima estava propício, apesar do calor.


Nos trechos 3 a 5, fizemos parte da prova dos anos anteriores, na ordem inversa, e seguimos até a portaria do camping, por entre os chalés de mensalistas.



O trecho 6 nos fez atravessar pelo estacionamento externo do camping. Estava lotado!


Depois, entramos por um trecho de mata que nos levou até o lago a sudeste da sede, por uma trilha inédita para nossa equipe.



Usamos o trecho 9 (1 minuto de neutro) para passar a porteira, que sempre dá trabalho para a gente, e aí veio a subidona... uns 200 m a 37 m/min, que pareceram intermináveis... e mesmo com toda a lerdeza, ainda adiantamos nos 2 PCs desse trecho.


Como para baixo todo santo ajuda, toca descer... Passamos por poucas trilhas conhecidas (uma trilha de moto, se bem me lembro de 2012), com belas paisagens, para os lados do Clube de Cãopo.


Na segunda referência visual do trecho 14, estava o PC 11, bem no meio do riacho. Apesar de esbravejar e amaldiçoar até a quinta geração do cidadão que colocou aquele PC lá, Marcelo bipou com 1 segundo adiantado, e ainda deu para refrescar os pés. O calor estava de matar. A seguir, começou o primeiro trecho de virtual, com velocidade de 47 m/min e por trilhas no pasto, coisa que não estamos acostumados.

No trecho 15 estávamos muito adiantados, apesar das subidas. No final desse trecho, tinha um posto de Red Bull, que te dá asas, mas nessa hora era melhor que desse pernas. Foi uma novidade bem vinda na prova!


Nos virtuais, fizemos 11 pontos no PC 14 (erro de 2,5%) e 21 no PC 16 (erro de 2,0%). Foi um trecho longo até chegarmos de volta no camping... passamos ao lado do restaurante do camping, descemos pela mangueira, demos uma volta pela área de camping e chegamos na "piscina II", com quase 1 minuto de atraso...

O neutro foi no quiosque imediatamente antes da descida pelas escadas, velhas conhecidas... Deu para refrescar e descansar!



Descemos as escadas e seguimos para o pasto próximo à rodovia. No trecho 22, ao seguir pelos 260°, encontramos o PC 27, literalmente incrustado nas pedras... Na dúvida, pegamos!


Descemos pela canaleta de concreto e, em seu final, medimos os 18° e seguimos, maaaas... não pelos 74 metros indicados na planilha...


Vimos uma trilha contornando o barranco e pensamos que não havia trilha no barranco de baixo, mas ficamos ressabiados. Quando vimos o PC 25 lá no meio do charco, Alberto e Marcelo se atiraram ribanceira abaixo e pegaram o PC 25, mas acabamos perdendo o PC 26... Foi nosso único erro na prova e acabou custando caro.



Seguindo a planilha, Marcelo e Alberto chinelaram dentro do rio enquanto o restante da equipe passou por fora.


Matamos o neutro de 2 minutos e fizemos a trilha de volta para a cerca próxima ao lago, onde iniciava o segundo trecho de virtual da prova (foram 15 pontos no PC 32 - erro de 3,8% - e 21 no PC 34 - erro de 2,5%).

Demos a volta no lago e subimos em direção ao camping.



Yumi e Daniela ficaram de língua de fora e resolveram cortar caminho para a chegada. Fizemos a volta pelas varandas dos apartamentos e reencontramos as meninas para a chegada.



Boa prova, distância suficiente, sem muitas velocidades altas, bom clima. Pena ter sido de novo em Itu (e a próxima também será - vamos alugar uma casa por lá?). Resultado dentro das possibilidades, que teria sido melhor se não tivéssemos cometido aquele único erro... Paciência, vamos para a próxima.

(fotos no Picasa)

Distância: 7488 m
Tempo total: 2h 39min

Participantes: Alberto, Daniela, Jorge, Marcelo e Yumi.

Resultado:
1 - Highway To Hell (491 pontos)
2 - Tarahumaras (548 pontos)
3 - Por Enquanto So Nois (615 pontos)
...
13 - Johnnie's Walkers (1771 pontos - média de 47,9 pontos/PC)
...

Prato do dia: cheio, no Restaurante das Pedras.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Feliz 2013!

Foram 15 provas, 1 vitória no Fun Trekking, um "top 5" na Copa North, 453 km percorridos, 1 integrante nova (e 1 velho que voltou para fazer uma participação especial), algumas garrafas de uísque e outras tantas de vodca...

Foi um ano cheio de altos, baixos, lama, água, pedras, cercas de arame farpado e muita escuridão (fizemos 4 etapas noturnas)...

Foram poucos lugares novos, um Desafio Northbrasil incrível, uma etapa noturna no Fun Trekking e uma semi-urbana...

No final das contas, ficamos em segundo lugar no Fun Trekking e em 14° na Copa North...

Enfim... um ano memorável e cheio de comemorações!

A contagem regressiva já começou... Que venha 2013!

Família Johnnie's Walkers


domingo, 25 de novembro de 2012

Fun Trekking 2012 - Paranapiacaba

Nada como uma prova perto de casa e com largada às 11h07 para dormir um pouco mais! Deu tempo de tomar um café da manhã caprichado na Padaria Bella Vitória. Saímos da padaria um pouco depois das 9h e chegamos na parte baixa de Paranapiacaba em torno das 10h, com tempo de sobra.


Nossa estratégia dessa vez estava meio capenga, não pegava todos os postos de controle mas tinha todos os ocultos. Deixamos de lado o PC 22 porque estava distante e os ocultos são sempre um risco.

Depois da largada, passamos nos postos 02, 17 e 27 sem nenhuma surpresa, mas deu para perceber que os tempos das rotas estavam enxutos e precisamos acelerar o passo. Além disso, precisávamos da dica do oculto 20 que estava no 29.


A seguir, descemos para o Café Bar do Lira para pegar o posto 26 e chegamos adiantados. Como do 26 faríamos uma rota inválida para o 25, que também estava no Bar, deu tempo de procurar por ele e ainda de conhecer o lugar.


Dali, descemos em direção Centro de Informações Turísticas, onde passamos no PC 06. Subimos até o posto 18, que estava atrás do Castelinho. Estávamos adiantados.



O próximo da estratégia era o oculto, 20, cuja dica estava no 29. Interpretamos a dica de maneira equivocada, e ao invés de buscar a localização pelo mapa, tentamos navegar a partir do PC 29. É óbvio que deu errado, e perdemos 3 minutos até acertar a posição do posto. Para piorar, Marcelo resolveu dar a volta no quarteirão pelo caminho mais longo...

Conforme Marcelo e Jorge subiam até o oculto, Daniela e Alberto ficaram para trás. Encontrado o oculto, reunimo-nos novamente e seguimos para o posto 05, que foi encontrado facilmente.


Desse posto, subimos pela trilha que leva à entrada principal do castelinho e pegamos o posto 01 atrás dele.  Naquela mesma trilha, pegamos o posto 03. Descemos a trilha e rumamos para a Casa Fox de Memória, atrás do posto 30. Durante o trajeto para o posto 05, ouvimos equipes reclamando que a Casa Fox estava fechada e que o chip do posto 30 estava inacessível. Sabendo disso, fizemos registro manual do horário (em todos esses anos nessa indústria vital, essa é a primeira vez que isso nos acontece).

O posto 32 deveria ter sido difícil de encontrar porque, de acordo com o diretor de prova, o chip deveria estar "oculto" por uma portinhola na locomotiva. Encontramos rapidamente e deu tempo para um sessão de fotos...



A próxima parte da prova foi sinistra.

(tem áudio...)

A localização do posto 21 foi feita por instrumentos.


Finalmente, depois de passar pela terceira vez no PC 29, fizemos o registro e fomos para o posto 34, onde fizemos a determinação da posição do oculto 08 no mapa.

A próxima parte da prova foi numa região totalmente desconhecida (para nós, pelo menos) de Paranapiacaba, o que dificultou as coisas para a gente.

Pegamos um caminho pelos postos 07 e 09 até a Pousada Milenar. Quando chegamos lá, o portão estava fechado e ficamos procurando o chip do lado de fora da pousada. Uma senhorinha, lá de dentro da pousada, mandou a gente entrar e apontou o chip para nós! Bipamos, agradecemos e fomos embora.

Não conseguimos encontrar o oculto 08, mesmo fazendo a localização dele com antecedência. Escrevendo este post, a trilha para ele me vem à cabeça, mas no momento nem pensamos em descer por ela. Conformamo-nos com nosso erro e decidimos ir para o próximo posto da estratégia, o 12, mas de novo fizemos o caminho mais longo... Pegamos a dica para o oculto 15 e descemos para o posto 09.


A garoa fina molhava o mapa e borrava tudo. Fizemos uma determinação meio maluca do posto 15 e decidimos fazer o caminho pelo 12 e pelo 13. O caminho era escorregadio e nos fez perder dois integrantes da equipe: Daniela levou um tombo e decidiu abortar a prova. Jorge também estava cansado e decidiu acompanhar a Daniela até a chegada.

Alberto e Marcelo passaram ao lado do posto 13 (no antigo hospital para doenças infecto-contagiosas - que lugar sinistro!) e chegaram à guarita onde estava o posto 14, então o oculto 15 deveria estar por perto. Procura, procura e nada. Até que Marcelo decidiu entrar por um pequeno riacho seco que passava por baixo da rua. Quando foi descer, viu uma tirinha plástica preta, embaixo de uma folha grande. Quando tirou a folha... BINGO! lá estava o oculto, bem oculto por sinal!

Na empolgação, Alberto deixou o bipe cair no chão e, pela Lei de Murphy, o bipe passou direto pelo vão da ponte e foi parar dentro do riacho que, para nossa sorte, estava seco... Bem nessa hora, vinha subindo uma equipe... Disfarça aí!

Pegamos o oculto e aí bateu a dúvida. Será que daria tempo de pegar o posto 28? Perdemos muito tempo ao longo da prova e corríamos o risco de estourar o tempo de prova. O jeito seria correr, mas Alberto estava com dores nas costas e Marcelo estava com tendinite no pé. A solução? Dividir a equipe de novo, e Alberto foi esperar na chegada, juntamente com Jorge e Daniela. Marcelo subiu a Rua Rodrigues Alves e se embrenhou nas bananeiras até encontrar o posto 28.

Desceu a rua correndo e chegamos com menos de 2 minutos de folga. No osso!

O resultado poderia ter sido um pouco melhor, mas foi uma prova difícil, apesar de ter sido "urbana" (o conceito de "urbanismo" é relativo), pela estratégia difícil e pelos postos ao sul. A localização dos ocultos também dificultou nossa vida. Se aquele oculto 08 tivesse sido encontrado...




Distância: 9,67 km
Tempo total: 2h 28min

Participantes: Alberto, Daniela, Jorge e Marcelo.

 Resultado:
1 - Big Blue (23769 pontos)
2 - Bora Bora (21009 pontos)
3 - Johnnie's Walkers (19089 pontos)

Prato do dia: Matambre do Restaurante Cantinho da Terra, lá de Paranapiacaba, prato vencedor do Festival de Botequim.



Menção honrosa para a criança gritando ao fundo, no vídeo do campo de futebol. Mais sinistro só se o trem apitasse nessa hora...