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Hodômetro - quilometragem dos participantes

Participante
Distância percorrida
Alberto
639,4 km
Daniela
810,0 km
Jorge
784,4 km
Marcelo
858,2 km
Paulo
211,2 km
Yumi
145,6 km
(considerando somente os eventos listados neste blog)

terça-feira, 12 de outubro de 2010

PE da Cantareira - Nucleo Curucutu

(antes de mais nada, um pedido de desculpas ao Alberto e ao Jorge: o que era para ser uma missão de reconhecimento, acabou virando este post - o lado bom é que iremos repetir o passeio!)

Na segunda-feira à noite, o Roberto nos telefonou querendo saber se iríamos sujar os carros na terça-feira, feriado. Decidimos fazer um reconhecimento do caminho, sabidamente difícil, até o Nucleo Curucutu, no PE da Serra do Mar. O Nucleo Curucutu fica no extremo sul do município de São Paulo, fazendo divisa com vários municípios, inclusive Itanhaém.

Traçamos uma rota saindo de Santo André, atravessando pela zona rural de São Bernardo do Campo, atravessando duas balsas até chegar em Parelheiros.

Saímos da padaria às 9h. Como não sabíamos o que iríamos encontrar no caminho, combinamos que daríamos meia-volta a qualquer sinal de problemas. A travessia da primeira balsa foi tranquila (um pouquinho de história: quando a Represa Billings foi construída, houve alagamento de parte da Estrada do Rio Acima, isolando moradores do além-balsa. Daí, fez-se um acordo para que esses moradores - e demais usuários dessa via - recebessem o serviço de travessia, gratuitamente). O tempo estava fechado, inclusive chegou a garoar.


O trajeto até a segunda balsa foi bem tranquilo. Ruas de terra (com um pouco de lama - eba!), com muito verde e pouca civilização. Um ambiente de interior com sítios e plantações ao redor. Essa estrada passa sob a Rodovia dos Imigrantes, mas não há acesso entre as duas.

Quando chegamos na segunda balsa, vimos que, ao contrário da primeira, não havia fila. Pelo contrário, a balsa estava parada, com a cancela fechada e com dois carros a bordo. Quando chegamos próximo à cancela, o responsável pelo acesso dos veículos abriu a passagem para nós. Assim que embarcamos, a balsa partiu - balsa com hora marcada!


Depois da segunda balsa, no município de São Paulo, já tem mais civilização. Nesse ponto, ao invés de continuarmos por terra, fomos pelo asfalto e - ô inferno! - pegamos trânsito...
Em Parelheiros, seguimos pela Av. Sadamu Inoue, que se transforma em estrada Eng. Marsilac, até Eng. Marsilac. Lá parece mesmo interior, até igrejinha tem! Dali seguimos pela Estrada da Ponte Alta, novamente por terra. A estrada é boa, até chegar nas proximidades da área de proteção ambiental, onde fica bem ruim, exigindo tração com reduzida em alguns trechos.


Já dentro do Nucleo Curucutu, encontramos um Fit atolado e um Fox tentando desatolá-lo. Oferecemos ajuda e descobrimos que o Fit estava sem bateria (!!!) Fizemos o Fit funcionar com um cabo auxiliar de partida (não, não é um cabo de chupeta) e ficamos esperando o povo atravessar o atoleiro - ficamos posicionados para rebocá-los. Nisso, começamos a conversar com um guia do parque, e explicamos para ele que estávamos lá só para reconhecimento, que não havíamos agendado nenhuma trilha porque o tempo estava muito instável. Ele concordou mas disse que nos guiaria pela Trilha do Mirante, porque o tempo estava abrindo, mesmo sem agendamento.

Aí deu aquela cosquinha... O tempo realmente estava aberto... Já estávamos lá mesmo, e o guia iria subir o Mirante com o pessoal dos carros que ajudamos a resgatar, resolvemos arriscar...

O Nucleo do Curucutu ainda não tem boa infraestrutura, ao contrário de outros Nucleos em parques estaduais que já visitamos, mas está em construção um centro de visitantes muito bonito e moderno, a ser inaugurado em Jan-Fev/2011.


Carimbamos nossos passaportes e lá fomos para a trilha. A Trilha do Mirante tem 2,1 km de extensão e uma parte opcional chamada Trilha da Bica.


Parte do Nucleo está em área de reflorestamento, parte em mata secundária (ainda em recuperação) e outra parte em mata primária. A diferença entre elas é nítida!


A subida para o mirante é bem tranquila, com duas subidas um pouco mais puxadas, mas o visual vale a pena!


Com o tempo aberto, dá mesmo para ver o mar! E não é um pedacinho de mar, não. Dá para ver até a Ilha da Queimada Grande e os navios no Porto de Santos.

Olhando para o outro lado do mirante, é possível ver, bem lá longe, prédios da cidade (provavelmente na região de Parelheiros).


O mirante fica no limite de município entre São Paulo e Itanhaém.

    
Na foto, estamos em Itanhaém e o fotógrafo, em São Paulo


Descansamos um pouco e começamos a descida. Como a trilha é circular, a descida é feita pelo outro lado do morro. Nesse trecho, existe uma capela e o acesso à Trilha da Bica, que leva a um riacho de águas claras e frias, com poços naturais onde é possível até arriscar um banho!


Terminamos a trilha e pegamos o caminho de casa. Foi um passeio inesperado, e do tipo que só dá certo por não ter sido combinado. O lado bom é que fizemos o contato com o guia, o que vai facilitar nosso retorno no Nucleo Curucutu, da próxima vez com a equipe completa.

Visualizar PE da Serra do Mar - Nucleo Curucutu em um mapa maior

(fotos no Picasa) (mais fotos no Picasa)

Distância: 1 km

Participantes: Daniela, Lu, Marcelo e Roberto.

Prato do dia: Hamburgueres do Original Burger


Menção honrosa a esse clima maluco, que faz todas as estações em um dia só.

2 comentários:

  1. Ola pessoal do blog amei seu post! Eespecial p mim porque eu sou do Marsilac! Morei la a minha vida toda e agora me mudei para o interior. Vcs tem razao tanto o parque quanto a divisa sao lindissimos. Nao sei se tiveram tempo de parar no Marsilac,mas quando voltarem la super aconselho a cachoeira da Noiva eh uma queda enorme e fantastica. Vcs vao curtir. Abraco Da Paula

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  2. Uma pena eu ter encontrado o blog soh agora depois de tanto tempo da postagem...

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