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Hodômetro - quilometragem dos participantes

Participante
Distância percorrida
Alberto
639,4 km
Daniela
810,0 km
Jorge
784,4 km
Marcelo
858,2 km
Paulo
211,2 km
Yumi
145,6 km
(considerando somente os eventos listados neste blog)

domingo, 21 de julho de 2013

Northbrasil 2013 - Camping Macuco

Frente à impossibilidade do Alberto de participar dessa etapa, convocamos um "reservista" da nossa equipe, o Paulo, que prontamente atendeu nosso chamado!

Chegamos no Camping Macuco em torno das 9h30 e já estava cheio, tivemos que parar o carro lá perto da quadra de vôlei.

Nossa largada foi às 10h34...


Nos primeiros 4 trechos, demos uma passada pelos chalés do camping e fizemos um laço próximo ao lago menor do camping.

Em seguida, saímos do camping e rumamos para o lado esquerdo da via, por um caminho diferente das etapas anteriores no Macuco. Subimos pela plantação de figos e encontramos o PC 01.



Entramos por uma trilha na mata, demos uns dois ou três laços perto de um tronco suspenso e aí fomos trilha acima até sair no asfalto. A subida foi meio puxada e acabamos atrasando quase três minutos no PC 09.

Cruzamos a estrada e começamos o primeiro trecho de virtual, no retão de terra, do lado da plantação de morangos.


No PC 10, entramos à direita na trilha pelo colonião até chegar na mata, velha conhecida de outras etapas, recortada por erosões e cursos d'água. Evitamos a pegadinha do PC 17 nos trechos 18 e 19 (bate-e-volta no PC) e seguimos até o atoleiro no final do trecho 19. O PC 18 estava bem no meio do atoleiro...

Saímos da mata e voltamos para o asfalto por uma trilha larga e voltamos para o camping, já dentro do segundo trecho de virtual da prova.

Seguimos pela beira do lago principal do camping até o neutro.



Daniela estava com cara de cansada e manifestou intenção de parar. Observando a planilha, Marcelo afirmou que logo à frente passaríamos no local onde o carro estava estacionado, e sugeriu que ela seguisse com a equipe até lá. Na saída do neutro, seguimos por um trecho semelhante ao da etapa de 2012, mas dessa vez acertamos a subida do barranco!

Quando saímos da mata, Daniela decidiu mesmo parar e ficar esperando no carro... Seguimos em frente!


Passamos entre o lago maior e os chalés e aí vieram duas pegadinhas seguidas: a medição de 218° estava a alguns metros do PC 24. Paramos antes e acertamos. Mas essa bússola nos levou ao PC 25, só que na ordem errada... Passamos e perdemos 900 pontos.

Demos a volta nos lagos, praticamente só com bússolas, e aí deveríamos ter pego o PC 25. Seguimos (ainda por bússola) pela estrada de terra que nos levou a uma região meio abandonada, a leste da sede do camping, do outro lado do lago.


Esse trecho teve de tudo: trilha em colonião, riacho (só alguns metros), trilhas em mata, laços, subida de corda... e um porquinho como referência na planilha! Mas foi pegadinha, porque na planilha ele estava olhando para a esquerda...

(ou será que pegamos o porquinho errado?)

Quando saímos desse trecho, estávamos uns 2 minutos atrasados... Chinelamos até chegar no último desafio da prova. Seguindo para o norte, saímos num labirinto com muitas trilhas que se cruzavam, e o rally de bússolas foi brabo... Vários bates-e-volta (qual é o plural de bate-e-volta?) em PCs nos fizeram perder a concentração e o atraso juntamente com a inclinação das trilhas nos fez descontrolar os passos... Pegamos todos os PCs mas erramos a sequência de muitos deles. Foi preciso recorrer ao staff diversas vezes...

Saímos do labirinto com quase 4 minutos de atraso num trecho de 80 m/min. Impossível tirar? Que nada, bora dar uma corridinha! Os dois neutros de 30 segundos ajudaram a recuperar o tempo (até acabamos adiantando no PC 24). A chegada foi tranquila!


Ainda recebemos o troféu pela terceira colocação na primeira etapa do campeonato!


Ainda estamos em terceiro no campeonato com duas etapas pela frente (já que não participaremos da última), sendo uma noturna.


Distância: 8696 m
Tempo total: 2h 43min

Participantes: Daniela, Jorge, Marcelo e Paulo.

Resultado:
1 - Put a Keep Are You (547 pontos)
2 - Bons Ares (1516 pontos)
3 - Falcão Azul com Pé na Tábua (1678 pontos)
...
11 - Johnnie's Walkers (4155 pontos - média de  pontos/PC)
...

Prato do dia: Comida boa e farta da Kostela do Japonês, de Indaiatuba.

domingo, 9 de junho de 2013

Northbrasil 2013 - Jeep Clube - Piracaia

Finalmente um lugar novo! E muito bonito, por sinal... Mas as primeiras impressões assustaram! A sede de campo do Jeep Clube do Brasil em Piracaia fica incrustada num vale, e para qualquer lado que se olha só se vê morro.


De última hora, Jorge avisou que não participaria em virtude do falecimento de sua tia e de sua tia-avó, então pegamos Alberto às 7h30 e chegamos na sede do Jeep Clube em torno das 9h, com tempo suficiente para reforçar o café da manhã (R$ 7,00 por pessoa) e preparar a largada.

Largamos às 10h04, porque ficamos em 5° lugar na etapa anterior. Começamos fazendo um laço entre os chalés próximos à sede e descemos para a pista de off road.


Depois, fomos em direção à portaria, pegamos uma estradinha de terra à esquerda beirando o clube e descemos em direção a um lago, com uma ponte. Passamos perto da largada e tomamos uma estradinha à direita.


Subimos umas escadas e pegamos uma trilha em meio à mata. A descida foi cruel e começamos a perder tempo.


Cruzamos um riacho mais à frente e ali erramos na medição da distância e ficamos meio perdidos. Contar passo ladeira abaixo é osso... Achamos o rumo e o PC 03, literalmente no atoleiro...

Logo mais à frente, entramos no mesmo riacho que havíamos cruzado antes. Foram uns 400 m de água gelaaaada, mas rasa e limpa.


E o atraso só aumentava. Quando saímos do riacho, encaramos um baita dum atoleiro...


...e depois uma subida com corda! Quando saímos da mata, já estávamos 2 minutos atrasados.

Passamos ao lado da piscina e voltamos a passar ao lado da largada, agora seguimos em frente...


...e passamos por um trecho na mata, saindo na região do neutro. Descemos em direção da capela, tentando tirar o atraso, que agora estava em 1 minuto. Mas o trecho à frente não era muito animador. Mais subida. Aceleramos e acabamos passando adiantados no PC 11.


A vista era bonita mas erramos a medição da distância e passamos muito atrasados no PC 12. Começamos a descida e saímos próximos ao atoleiro do PC 03.

Passamos pelo PC 14 (já sabíamos desse PC, numa das vezes que a gente errou...) e voltamos para a estradinha de terra que dava naquela descida braba... deu até frio na espinha só de pensar em subir aquilo! Mas saímos da estradinha e pegamos uma trilha fechada em meio à mata. A subida, apesar de menos íngreme, era mais longa. Diminuímos nosso atraso para uns 30 segundos quando saímos num portão, bem no meio de uma subida.

Tomamos fôlego e começamos a descer. Entramos por uma trilha à direita e seguimos até encontrar o neutro, finalmente!



Apesar da dificuldade física, a prova estava muito divertida. E mesmo sabendo que o pior ainda estava por vir, decidimos seguir em frente.

Logo na saída do neutro, encaramos aquela subida até o portão, que descemos para chegar no neutro (achamos que deu uma diferença na medição entre a terceira e a quinta referências do trecho 23, mas não fez diferença por conta do neutro de 40 segundos). Continuamos subindo até a porteira, onde começou o trecho de virtual. Só subida.


No primeiro PC virtual, número 20, fomos bem e fizemos 8 pontos. Mas continuávamos atrasados entre 30 e 60 segundos...

No trecho 30, veio a parte mais temida da prova: uma subida de inclinação absurda, a 35 m/min, que já havíamos sido avisados que não teria PC de tempo (mas tinha virtual...), e nos fez lembrar aquela subida de Caraguatatuba, inclusive pelo belíssimo visual!



No PC virtual 24, no meio da subida, a medição de distância de Alberto e Marcelo estavam muito diferentes, e Marcelo optou por lançar somente a distância do Alberto, mas não foi uma boa estratégia. As subidas mudaram demais o tamanho do passo e acabamos errando por 65 m (mais de 7% de erro). No final da subida havia um neutro de 4 minutos. Esperamos a Daniela chegar e seguimos em frente, por uma estradinha de terra que nos levou até bem próximo da sede do clube, mas antes passamos por mais um neutro, no trecho 38, que permitiu apreciarmos uma bela vista de todo o vale!



(difícil escolher a foto mais bonita)

Continuamos a descida, sempre errando na contagem de passos e sempre atrasados... No trecho 45, entramos novamente em meio à mata e encontramos o PC virtual 36. Olha a situação... Tanto para Alberto quanto para Marcelo, o trecho já tinha acabado (há uma tempo, aliás)... Tivemos que escolher arbitrariamente (engenheiro não chuta...) uma distância menor que o total para fazer algum sentido. Erramos por 58 m (menos que os dois virtuais anteriores - que beleza).

Dali para a chegada foi um pulo.

A prova foi difícil fisicamente... não sei o que são piores, as subidas ou as descidas. Principalmente nessas provas, precisamos muito dos dois contadores (navegador metido a contador de passos não rola). O lugar é bacana, com belíssimas vistas e muitas possibilidades, pena que hospedagem por perto é difícil.

Ainda estamos entre as primeiras equipes no campeonato, e vamos receber troféu da primeira fase do campeonato (êêêêêêê!!!), mas ainda não queremos passar para a categoria graduados!

(fotos no Picasa)

Distância: 7642 m
Tempo total: 2h 51min

Participantes: Alberto, Daniela, e Marcelo.

Resultado:
1 - Desnorteados (1038 pontos)
2 - Estrombelete de Pombo (1061 pontos)
3 - Tarahumaras (1188 pontos)
...
16 - Johnnie's Walkers (2752 pontos - média de 74,4 pontos por PC. Levamos um coco na Bota de Ouro)

Prato do dia: Hambúrgueres do Twin Burger (não tem site)

sábado, 4 de maio de 2013

Northbrasil 2013 - Solar das Andorinhas (noturna)

Na primeira etapa noturna do ano, fizemos questão de pernoitar no local da prova, o Hotel Fazenda Solar das Andorinhas, porque a semana foi puxada e queríamos aguardar a premiação.

Fomos em carros separados, porque o Jorge planejava voltar mais cedo no domingo. Chegamos no hotel fazenda em torno das 17h. Ainda tivemos tempo de jantar antes da largada!

Nossa largada foi às 20h30, abrindo a categoria Trekkers, em virtude do primeiro lugar obtido na etapa anterior!



Nos primeiros trechos, seguimos por ruas de terra por dentro do hotel, até uma cerca que separa o hotel da mata. Seguimos a cerca até o trecho 03 e descemos em direção ao campo de futebol. Em seguida, no trecho de deslocamento, cruzamos a ponte pênsil... Sinistro!



Passada a ponte, seguimos por trilhas que cruzavam riachos secos e no trecho 09 cometemos nosso primeiro erro... Ficamos na dúvida ao ver os PCs 07 e 04 e duas trilhas próximas. Decidimos fazer o básico e voltamos para a última referência do trecho 08. Refizemos aquela parte e, agora sim, tínhamos certeza que pegamos o PC 04 na ordem certa! Isso, erramos... Era o 07 primeiro... Ainda tomamos 4 minutos de atraso.

Demos uns laços nos lagos e passamos pela ponte onde foi o neutro da prova de 2010. Pegamos a rua de terra à direita e passamos no posto de Red Bull...


A subida pelo bambuzal foi tensa, porque havia umas duas equipes na nossa bota fazendo pressão. Acabamos errando feio e perdemos os PCs 09 e 10 na sequência! A boa notícia é que havíamos descontado todo o atraso.

Os trechos 14 a 16 foram todos em calçamento, dentro da área principal do hotel. A navegação com bússola e a contagem de passos foram precisas e as pontuações nos PCs foram baixas nesses trechos.

A próxima parte da prova foi tensa. O trecho 17 foi inteiramente dentro do labirinto no bambuzal, que já nos trouxe muita dor de cabeça. Foram três páginas de planilha praticamente só de bússola! Adotamos uma estratégia com Alberto e Jorge exclusivamente contando passos, Marcelo na bússola e Daniela só caçando PCs, todos sempre muito próximos. Deu certo e não cometemos nenhum erro!

Quando saímos do labirinto, demos um laço próximo à cerca a sudeste do hotel e descemos na direção do pesqueiro na região da largada das etapas de 2010 e 2011. Ali aconteceu o trecho sujo da prova: na segunda referência do trecho 21, havia um atoleiro brabo e atolamos literalmente até o joelho... As tábuas que haviam sido colocadas para auxiliar na travessia há muito haviam afundado com a passagem das equipes à nossa frente. Não teve jeito, tivemos que encarar a lama! Ainda bem que o neutro estava próximo e estávamos no tempo certo.



Relargamos um minuto antes para passar a cerca de arame farpado. Estávamos fora do hotel e o trecho seria longo. A trilha era apertada, íngreme em alguns trechos e parecia ser bem agradável para uma prova diurna. Como as velocidades eram baixas, fomos avançando na mata fechada. Quando chegamos a uma pequena barragem (coisas que você não imagina encontrar naquele lugar, naquele momento), havia um trecho de deslocamento, pela periculosidade da trilha naquele trecho.


Passado o deslocamento, seguimos nos afastando da sede do hotel e raramente víamos ou ouvíamos outras equipes.

Estávamos todos concentrados, em alguns momentos a contagem de era fundamental para encontrar as referências encobertas pela noite. No trecho 28, uma referência "siga a" no meio do nada nos fez sair da trilha e descer por um barranco, mas estávamos confiantes e logo vimos o PC 28, que era referência na planilha... Vantagens da prova noturna, dá para ver o PC de longe!

Passamos ao lado da criação de abelhas, todos seguindo estritamente a observação da planilha, de manter silêncio! Entramos por uma trilha na mata, a mesma em que nos perdemos em 2011, mas desta vez fizemos tudo certo.

No final do trecho 30, encontramos o Renato, um dos coordenadores técnicos da prova. Toda vez que a gente cruza com ele, fazemos alguma bobagem... Mas dessa vez saímos ilesos - graças a ele... Nesse ponto, começamos o retorno para a sede do hotel, por trilhas de gado e trilhas mais abertas.

No trecho 33, começou o virtual. Acertamos os dois PCs com neutros próximos e no PC 35 (que depois foi cancelado), fizemos 9 pontos (1,9%). Nesse PC fomos atrapalhados por uma equipe graduada que passou na nossa frente e ficou enrolando, paciência! Voltamos a descer pela trilha ao lado da bendita cerca (acho que não teve um que não se machucou nela) até o PC 36, no qual fizemos 30 pontos, devido à muvuca de equipes ao redor (contei 2 graduadas e duas turismo).

Já de volta à sede, quando fomos passar no segundo PC virtual, vimos que o contador do Alberto havia zerado em algum momento... Passado o frio na espinha, calculamos a distância só pelo Jorge e erramos por 20 m (1,8% de erro)!

Dali para a chegada foi um pulinho!

Essa prova foi muito divertida e muito variada, teve de tudo! De lama a bússola, de pasto e erosão a trilhas fechadas. Foi uma boa colocação, nossa melhor prova noturna até o momento, e mesmo que tivéssemos encontrado os PCs 09 e 10 (que provavelmente perdemos de orelhada), não conseguiríamos repetir a colocação da etapa anterior... Enfim, com um 13°, um 1° e um 5° lugar em 2013, estamos em segundo no campeonato! Assim vamos acabar como graduados em 2014 - e eu não estou a fim de acordar cedo!

Premiação da etapa anterior

(fotos no Picasa)

Distância: 8302 m
Tempo total: 2h 48min

Participantes: Alberto, Daniela, Jorge e Marcelo.

Resultado:
1 - O3-Ozonio (1447 pontos)
2 - Alfinetes Cinzas (2442 pontos)
3 - Tarahumaras (3093 pontos)
...
5 - Johnnie's Walkers (3919 pontos - média de 98,0 pontos/PC)
...

Pratos da noite (sim, no plural):

  • Antes da prova: Jantar do Solar das Andorinhas.
  • Depois da prova: Hot dog da lanchonete montada no local da premiação.


Menção honrosa ao troféu da etapa que, sendo noturna, acendia!