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Hodômetro - quilometragem dos participantes

Participante
Distância percorrida
Alberto
639,4 km
Daniela
810,0 km
Jorge
784,4 km
Marcelo
858,2 km
Paulo
211,2 km
Yumi
145,6 km
(considerando somente os eventos listados neste blog)

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Projeto Primeira Semana 2011 - Trekking de Regularidade

Pelo terceiro ano consecutivo, aplicamos a atividade "Trekking de Regularidade" durante o "Projeto Primeira Semana".


Neste ano, não houve treinamento para os professores, apenas um bate-papo para recordar os conceitos da atividade e apresentar as modificações em relação a 2010.


Desta vez, a atividade foi aplicada aos alunos de Engenharia, Administração, Design do Produto e Cursos Superiores de Tecnologia.



Foram aproximadamente 300 equipes e 1200 alunos. Cinco rotas diferentes (simultaneamente) e 30 PCs.


Houve largada nos seis períodos (três no diurno e três no noturno), um recorde! Não precisamos usar o plano B em nenhum momento. Mas na quarta-feira à noite, a chuva veio 15 minutos depois da largada, obrigando-nos a correr atrás dos alunos pelo Campus recolhendo as equipes. E tinha equipe que não queria voltar!!!


Devido à extinção do grupo 7 do noturno, na sexta-feira à noite houve largada de apenas um grupo, de 14 equipes. O que foi muito chato, porque os alunos ficaram muito espalhados pelo Campus...


Foram oferecidas medalhas às equipes melhores colocadas em cada grupo (depois do susto que levamos com as medalhas, que vieram erradas!).

Idealizadora da atividade: Daniela.

Responsáveis: Jorge e Roberto.

Colaborador: Marcelo.

Nossos agradecimentos ao pessoal do CEAF e aos professores aplicadores que disponibilizaram horários extra-aula para participar.

domingo, 30 de janeiro de 2011

II Desafio Northbrasil - Camping Casarão

Finalmente a primeira prova do ano! Todo mundo ansioso e curioso por esse Desafio. Mas... para falar bem a verdade, estávamos mais entusiasmados com o churrasco que estávamos planejando...

O Camping Casarão tem alguns chalés com churrasqueira, são meia-boca mas tudo bem. Na sexta-feira, pegamos o Jorge e o Alberto, compramos espetinhos no Churrasquinho Diniz (carne, frango, lombo, coraçãozinho de frango, kafta, yakitori, polenta com alho, queijo coalho e pãozinho de alho - média de 2,25 pacotes por pessoa: será que dá?) e caímos na estrada. Chegamos no Camping Casarão lá pelas 19h, fizemos check-in (reservamos o mesmo chalé 129 que ficamos na etapa de 2010), botamos as carnes na geladeira e fomos para o centro de Itu para comprar cerveja, refrigerante, cerveja, água, cerveja, arroz para a prova social e cerveja. Paramos no Extra e resolvemos o problema.

Como já passava da hora de jantar, escolhemos nosso velho conhecido, o Bar do Alemão (o Jorge queria eisbein, mas conseguimos convencê-lo a comer só um filézinho à Parmegiana).


Lá tem novidade: chope Eisenbahn! Pena que não tem mais o chope Hofbräu...

Difícil mesmo foi dormir depois. Barriga cheia, calor e ainda tinha um ninho de alguma coisa no forro do chalé (no sábado descobrimos que o ninho pertencia a uma família de gambás). Longa noite!

No sábado, acordamos cedo para aproveitar o sempre delicioso café da manhã do Camping Casarão (experimente a geléia de morango caseira e o biscoito de polvilho com queijo - ou biscoito de polvilho com queijo COM geléia de morango) e a piscina, que já estava cheia mas ainda tinha espaço.

Acendemos a churrasqueira lá pelo meio dia e dessa vez o Jorge pagou a dívida: pilotou a churrasqueira, enquanto nos hidratávamos para a prova do domingo.

De tarde, demos uma volta pelo camping para fazer a digestão (na verdade, para abrir espaço para comer mais de noite). Tinha um sol para cada um...

Às 18h, fomos acompanhar o sorteio da ordem de largada das equipes no domingo e aproveitamos para fazer pose.


Pelo sorteio, seríamos a sexta equipe a largar, às 8h37m30s. Fizemos check-in e voltamos para a churrasqueira, já que saco vazio não para em pé.


No domingo, acordamos cedo para tomar um café reforçado (dessa vez, nem tão reforçado... não cabia) e preparar para a largada do Desafio 1, já que recebemos as planilhas às 8h e era necessário calcular os passos.

Desafio 1 - Etapa Qualificatória

A primeira das quatro etapas do dia foi apenas para dividir as equipes em 4 chaves, ou seja, todas as equipes passaram para o segundo Desafio.


Largamos às 8h37m30, com tudo calculado. Logo na largada, fomos para uma região fora do camping (penso eu), por uma trilha em meio ao pasto. Logo de cara um laço e em seguida o rally de bússolas, onde, para variar, fizemos bobagem. Erramos e atrasamos 5 minutos...


Em seguida, descemos por um vale à direita. Como estávamos atrasados, quase virou esqui-bunda. Depois veio uma subida margeando uma cerca de arame farpado. Lá no alto, um caminho à esquerda no meio dos cupins e uma estrada à direita nos levou ao trecho de virtual. Pegamos um trecho que já havíamos feito na prova de 2010, depois uma curva à esquerda em descida, que levava à entrada do camping.

Dentro do camping, demos uma volta entre os chalés e fomos para a chegada, ainda muito atrasados.

Ficamos em 20°, de 27 equipes que largaram.

Desafio 2 - Definição dos Confrontos

Terminado Desafio 1, aguardamos a publicação do resultado e do horário de largada do Desafio 2. Largaríamos às 11h28m30, tempo suficiente para descansar e relaxar.

Nesse Desafio, as planilhas foram entregues 3 minutos antes da largada. Coooorre para calcular os passos! Não conseguimos terminar os cálculos e ainda largamos 5 segundos atrasados, ou seja, lá se vai nosso procedimento de largada por água abaixo.

A primeira parte dessa etapa foi entre os chalés, mas caímos na pegadinha desse trecho (o staff ajudou a gente e mais duas equipes) e perdemos uns 3 minutos... A seguir, descemos pela já conhecida "rota do cocô", mas não chegamos até a gruta, saímos à esquerda por uma trilha, desconhecida para nós, que leva ao alto de um morro.


Descemos o morro pelo outro lado e voltamos para os arredores dos chalés, seguindo em direção ao bosque do camping. Entramos pelo bosque pelo acesso onde havia o neutro em 2010. Pegamos uma trilha à esquerda, cruzamos uma ponte e fizemos o caminho inverso ao de 2010, descendo aquela escadaria maledeta... Seguimos até chegar nos lagos, no ponto de altitude mais baixa da prova.


A partir desse ponto, só ladeira acima. A velocidade era baixa mas o sol estava nos fritando. Lá no alto da ladeira, fizemos um atalho por uma trilha e fomos na direção da piscina, onde havia um ponto de hidratação, merecido e esperado!


A relargada foi mesmo só para cumprir a prova, porque o trecho era bem curto e igual ao final do Desafio 1.

Resultado do Desafio 2? Não sabemos. Resolvemos jogar a toalha e encerrar por aqui nossa participação no II Desafio NorthBrasil porque estávamos cansados, o sol não estava ajudando, fizemos o que nos propusemos a fazer e, bem, ainda tinha muita carne nos esperando!

Desafio 3 - Mata-mata

Matamos. Sobraram alguns espetinhos, 5 latinhas de cerveja e um pouco de sorvete!

Piscina? Não rolou, tinha mais gente do que água...

Foi uma boa preparação para a primeira etapa do ano, dia 20 de fevereiro. Vínhamos de dois meses parados, estávamos mais interessados em comer e relaxar (isso fizemos bem!) e fizemos as duas provas a que nos predispusemos a participar.

Quanto a esse formato de várias provas no mesmo dia, tem prós e contras. É divertido, mas seria necessário ter as 40 equipes para ficar melhor. Acho muito difícil termos condição física de, um dia, participar das 4 provas no  mesmo dia, ainda mais com 30 °C na cabeça... Só fico imaginando que, para o povo da NorthBrasil, deve ter sido um dia de cão, mas por outro lado, divertido para burro! 

(fotos no Picasa)

Distância: nem imagino...
Tempo total: 3 dias(!!!)

Participantes: Alberto, Daniela, Jorge e Marcelo.

Prato do dia: ah, não... chega de falar em comida!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Feliz Natal!

A Equipe Johnnie's Walkers deseja a todos um Feliz Natal regado a muito uísque e um 2011 com muita lama!

 (neste ano, a árvore de Red veio acompanhada de outras duas, de Smirnoff) 

Mérito das árvores: Supermercado Sonda, de SBC.

domingo, 28 de novembro de 2010

Northbrasil 2010 - Hotel Vida Nova - Jaguariúna

Na despedida de 2010, decidimos ficar hospedados em Jaguariúna, mas sem o Jorge, que tinha um casamento. Saímos da casa do Alberto às 13h30 e almoçamos (bem) na Casa Garabed, um dos lugares preferidos da nossa equipe...

Chegamos à região de Campinas em torno das 16h e decidimos fazer o check-in da prova na loja da Kailash. Para fazer um tempo, tomamos frozen yogurt, aproveitando o calor!

Fomos a primeira equipe a fazer o check-in e fomos para o Hotel Matiz, onde passaríamos a noite (hotel que merece menção honrosa: atendimento muito bom, quartos muito limpos e arrumados e ainda ganhamos o café da manhã por conta da NorthBrasil, hehe!). Ainda estava cedo para jantarmos, ainda tinha sol e estava muito calor, então resolvemos dar um mergulho na piscina antes de irmos para a cidade.


Depois de uma boa ducha, fomos procurar algum lugar para jantar. A Daniela fez a lição de casa e sugeriu o Bar da Praia. Nossa escolha não poderia ter sido melhor!


Excelente lugar, excelente comida, bom preço. O lugar é cheio de ambientes, tanto que estava rolando um casamento num deles! Pedimos camarão gratinado e "grandes navegações", que é um prato com abadejo grelhado com camarões. Cachaça com mel e cachaça com gengibre acompanharam a esbórnia janta.

Voltamos para o hotel para transcrever os passos nas planilhas e fazer a reunião estratégica.

No domingo de manhã, o Jorge juntou-se a nós para o café da manhã. O céu estava limpo, anunciando o calor que passaríamos durante a prova.

Chegamos no Hotel Vida Nova em torno das 9h30, passamos muito protetor solar e repelente e largamos às 10h12.


A primeira parte da prova foi bem tranquila, com boa parte urbana. Logo notamos que, ao contrário de etapas anteriores, a contagem de passos do Alberto não estava batendo. Jorge e Marcelo pareciam mais afinados. Precisamos saltar uma porteira e entramos em um trecho de mata, nada muito complicado.



Quando terminamos esse trecho, voltamos para o asfalto por mais alguns metros e fomos em direção a um terreno com mato alto, com trilhas estreitas. Nesse trecho, não entendemos alguma referência na planilha ou marcação na trilha, erramos e acabamos parando em algum lugar que não deveríamos estar... Depois de alguma indecisão, vimos umas equipes a uns 30 m de nós, fomos atrás deles e achamos a referência perdida. O custo desse erro foi o PC 4 perdido e 3 minutos de atraso.

A seguir, entramos no trecho de PC virtual. Como era tudo mais ou menos plano e amplo, a coisa parecia mais fácil. Como os passos do Alberto estavam variando muito, resolvemos usar os passos do Marcelo e do Jorge que, apesar de estarem próximos, estavam propagando muito erro. A variação constante de velocidade também colaborou para o desempenho ruim nos virtuais.


Foi um longo trecho de virtual, corrigíamos as distâncias como era possível. Pelo que eu me lembre, nunca fizemos trechos de virtual tão longos. O final desse trecho foi no neutro.


Saindo do neutro, veio o tão esperado trecho de rio. Com o calor que estava, torcíamos por um trecho bem longo. Mas mal deu para molhar a canela e terminou o trecho de rio.

Logo depois de passar pelo quebra-corpo do trecho 24, o contador de passos do Marcelo encrencou, e perdemos um pouco a concentração, não tínhamos certeza se estávamos na trilha. Mais à frente, encontramos um PC escondido. Recobramos a confiança e recuperamos o contador!

Quase erramos novamente quando chegamos na região do rally de bússola mas, com auxílio do staff da NorthBrasil, achamos o caminho que passava pelo PC Kailash. Descemos uma estrada asfaltada e veio um outro trecho de mata com descida com corda, no trecho 30.

Depois de mais uns 300 m, chegamos ao nosso martírio: o rally de bússola. Dessa vez, como os passos do Jorge e do Marcelo estavam batendo, Alberto e Daniela ficaram nas bússolas, enquanto Jorge e Marcelo ficaram com a contagem de passos. Aparentemente, deu certo (só aparentemente, quando saiu o resultado vimos que não foi bem assim), porque saímos no lugar certo.

Passada essa parte, voltamos para o asfalto, de onde não saímos mais até chegar novamente ao hotel onde aconteceu a largada.


Esse último trecho foi quase todo de virtual, com muitas mudanças de velocidade e alguns neutros curtos para atrapalhar. Foi nessa parte da prova que o Alberto teve um insight e descobriu a razão para seus passos estarem variando tanto: a cueca (quem mandou comprar cueca de sãopaulino?) Variou a cueca, variou o tamanho do passo!

Ao término da prova, mesmo tentando controlar a velocidade, chegamos um minuto adiantados...

Voltamos para o hotel a tempo de pegar a piscina deserta! O almoço foi, de novo, no Bar da Praia, porque o Jorge ficou curioso (e porque quando o lugar é bom, a gente volta!).

Mesmo depois de dois meses parados (por causa do vestibular, não fizemos a etapa noturna de outubro) e com todos os percalços dessa prova, ficamos um pouco desapontados com o resultado. No final das contas, ficou claro que nem o Jorge e nem o Marcelo estavam com os passos bem ajustados, que influenciou inclusive no rally de bússola. Pelo menos parece que encontramos uma boa estratégia para essa parte da prova.

Quanto à prova, não exigiu da parte física, mas foi muito técnica como a gente gosta (não que sejamos bons nisso, ainda!), e teve vários trechos urbanos. Pena que o trecho de rio foi muito curto porque, com o calor que estava, ficaríamos muito mais tempo dentro d'água, sem reclamar... O mais importante é que nos divertimos bastante. Pena que a próxima é só daqui a dois meses, vai bater a fissura de novo!

(fotos no Picasa)

Distância: 8495 m
Tempo total: 2h 46min

Participantes: Alberto, Daniela, Jorge e Marcelo.

Resultado:
1 - Mapa da Trilha (547 pontos)
2 - Cumeqe? - Bora Marco! (744 pontos)
3 - Mais Aventura (1073 pontos)
...
44 - Johnnie's Walkers (3856 pontos)

Prato do dia: Camarões empanados e T-bone do Bar da Praia.


Menção honrosa à suadeira que o Jorge levou dos camarões empanados!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

PE da Cantareira - Nucleo Curucutu

(antes de mais nada, um pedido de desculpas ao Alberto e ao Jorge: o que era para ser uma missão de reconhecimento, acabou virando este post - o lado bom é que iremos repetir o passeio!)

Na segunda-feira à noite, o Roberto nos telefonou querendo saber se iríamos sujar os carros na terça-feira, feriado. Decidimos fazer um reconhecimento do caminho, sabidamente difícil, até o Nucleo Curucutu, no PE da Serra do Mar. O Nucleo Curucutu fica no extremo sul do município de São Paulo, fazendo divisa com vários municípios, inclusive Itanhaém.

Traçamos uma rota saindo de Santo André, atravessando pela zona rural de São Bernardo do Campo, atravessando duas balsas até chegar em Parelheiros.

Saímos da padaria às 9h. Como não sabíamos o que iríamos encontrar no caminho, combinamos que daríamos meia-volta a qualquer sinal de problemas. A travessia da primeira balsa foi tranquila (um pouquinho de história: quando a Represa Billings foi construída, houve alagamento de parte da Estrada do Rio Acima, isolando moradores do além-balsa. Daí, fez-se um acordo para que esses moradores - e demais usuários dessa via - recebessem o serviço de travessia, gratuitamente). O tempo estava fechado, inclusive chegou a garoar.


O trajeto até a segunda balsa foi bem tranquilo. Ruas de terra (com um pouco de lama - eba!), com muito verde e pouca civilização. Um ambiente de interior com sítios e plantações ao redor. Essa estrada passa sob a Rodovia dos Imigrantes, mas não há acesso entre as duas.

Quando chegamos na segunda balsa, vimos que, ao contrário da primeira, não havia fila. Pelo contrário, a balsa estava parada, com a cancela fechada e com dois carros a bordo. Quando chegamos próximo à cancela, o responsável pelo acesso dos veículos abriu a passagem para nós. Assim que embarcamos, a balsa partiu - balsa com hora marcada!


Depois da segunda balsa, no município de São Paulo, já tem mais civilização. Nesse ponto, ao invés de continuarmos por terra, fomos pelo asfalto e - ô inferno! - pegamos trânsito...
Em Parelheiros, seguimos pela Av. Sadamu Inoue, que se transforma em estrada Eng. Marsilac, até Eng. Marsilac. Lá parece mesmo interior, até igrejinha tem! Dali seguimos pela Estrada da Ponte Alta, novamente por terra. A estrada é boa, até chegar nas proximidades da área de proteção ambiental, onde fica bem ruim, exigindo tração com reduzida em alguns trechos.


Já dentro do Nucleo Curucutu, encontramos um Fit atolado e um Fox tentando desatolá-lo. Oferecemos ajuda e descobrimos que o Fit estava sem bateria (!!!) Fizemos o Fit funcionar com um cabo auxiliar de partida (não, não é um cabo de chupeta) e ficamos esperando o povo atravessar o atoleiro - ficamos posicionados para rebocá-los. Nisso, começamos a conversar com um guia do parque, e explicamos para ele que estávamos lá só para reconhecimento, que não havíamos agendado nenhuma trilha porque o tempo estava muito instável. Ele concordou mas disse que nos guiaria pela Trilha do Mirante, porque o tempo estava abrindo, mesmo sem agendamento.

Aí deu aquela cosquinha... O tempo realmente estava aberto... Já estávamos lá mesmo, e o guia iria subir o Mirante com o pessoal dos carros que ajudamos a resgatar, resolvemos arriscar...

O Nucleo do Curucutu ainda não tem boa infraestrutura, ao contrário de outros Nucleos em parques estaduais que já visitamos, mas está em construção um centro de visitantes muito bonito e moderno, a ser inaugurado em Jan-Fev/2011.


Carimbamos nossos passaportes e lá fomos para a trilha. A Trilha do Mirante tem 2,1 km de extensão e uma parte opcional chamada Trilha da Bica.


Parte do Nucleo está em área de reflorestamento, parte em mata secundária (ainda em recuperação) e outra parte em mata primária. A diferença entre elas é nítida!


A subida para o mirante é bem tranquila, com duas subidas um pouco mais puxadas, mas o visual vale a pena!


Com o tempo aberto, dá mesmo para ver o mar! E não é um pedacinho de mar, não. Dá para ver até a Ilha da Queimada Grande e os navios no Porto de Santos.

Olhando para o outro lado do mirante, é possível ver, bem lá longe, prédios da cidade (provavelmente na região de Parelheiros).


O mirante fica no limite de município entre São Paulo e Itanhaém.

    
Na foto, estamos em Itanhaém e o fotógrafo, em São Paulo


Descansamos um pouco e começamos a descida. Como a trilha é circular, a descida é feita pelo outro lado do morro. Nesse trecho, existe uma capela e o acesso à Trilha da Bica, que leva a um riacho de águas claras e frias, com poços naturais onde é possível até arriscar um banho!


Terminamos a trilha e pegamos o caminho de casa. Foi um passeio inesperado, e do tipo que só dá certo por não ter sido combinado. O lado bom é que fizemos o contato com o guia, o que vai facilitar nosso retorno no Nucleo Curucutu, da próxima vez com a equipe completa.

Visualizar PE da Serra do Mar - Nucleo Curucutu em um mapa maior

(fotos no Picasa) (mais fotos no Picasa)

Distância: 1 km

Participantes: Daniela, Lu, Marcelo e Roberto.

Prato do dia: Hamburgueres do Original Burger


Menção honrosa a esse clima maluco, que faz todas as estações em um dia só.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Capas de estepes Johnnie's Walkers

Mais um produto com a marca Johnnie's Walkers.


Garanta já a sua!

domingo, 26 de setembro de 2010

Northbrasil 2010 - Colinas de Itupeva

Ficamos hospedados no hotel Colinas de Itupeva, pois assim poderíamos dormir até um pouco mais tarde e garantiríamos o banho pós-prova. Como o check-in era a partir das 18h, saímos de SP às 17h do sábado. Chegamos lá em pouco mais de uma hora.

À noite, fomos fazer o reconhecimento de Indaiatuba (e procurar algum lugar para comer), já que a cidade de Itupeva não parecia muito promissora. Indaiatuba é uma cidade com muitos bares e restaurantes, e depois de rodar algum tempo, acabamos encontrando um lugar que parecia uma cantina. Estacionamos, e só então percebemos que era, na verdade, um bar e restaurante de frutos do mar! O mais curioso é que, ao redor, todos os bares estavam às moscas, enquanto no Pezão havia fila de espera! No cardápio, muitas porções interessantes... cervejas também (a escolhida foi a famosa Brahma de Agudos - difícil de encontrar em SP).


O Jorge ainda pediu um "pratinho infantil"!


No domingo, nossa largada foi às 10h32. Mas dessa vez o clima não estava dos melhores, tanto que a largada dos graduados pró teve que ser atrasada... Choveu a noite inteira e a garoa só deu trégua em cima da hora da largada.


A primeira parte da prova, que aconteceu dentro da própria pousada, foi bem tranquila (tinha até PC fofoqueira - pendurado na janela!). Saímos da pousada pelo portão ao norte e descemos margeando a cerca. 100 m antes da referência, no PC 1, fomos informados que o trecho que deveria passar por dentro do riacho havia sido cancelado, por razões de segurança devido à chuva (o pessoal da NorthBrasil sempre prezando pela segurança!). Daí, fizemos um deslocamento até um ponto mais seguro no riacho. Aguardamos alguns minutos para continuar a prova.


Subindo o rio, encontramos o PC 4, quase afogado, coitado! Foi meio complicado sair do rio e ficamos atolados até a metade da canela! Com isso, acabamos atrasando uns 4 minutos... O problema é que a sequência da prova era toda em subida... Subimos até os PCs 8 e 9 num ritmo bem forte, mas o barro vermelho grudava nas botas e tornava a subida ainda mais difícil. Chegamos no PC 8 com apenas 11 segundos de atraso! A seguir, descemos pelas grandes pedras das colinas, cruzamos a rota que usamos para subir e fomos em direção ao neutro (nessa prova, passamos pelo neutro duas vezes, sendo que na primeira passagem foram 5 minutos para recuperar o fôlego).


Saímos do neutro descendo pelas pedras e veio o bendito rally de bússola. Logo no início dessa parte, caímos na pegadinha: passamos antes por debaixo das pedras e adiantamos mais de três minutos. Que pena!

A seguir, o Marcelo avisou que, pelos picotes da ficha de controle, devíamos ter perdido o PC 15, criando um certo desânimo na equipe (só no final da prova ficamos sabendo que esse PC havia sido cancelado). É, essa parte da prova ainda não está afinada...

Continuamos descendo até que chegamos a um trecho de floresta, onde ficamos na dúvida em relação a um dos trechos... Nessa hora a gente vê a importância da contagem de passos correta e da velocidade correta: resolvemos a dúvida comparando a distância com o tempo e acertamos a trilha! O problema é que, para confundir, haviam 2 PCs muito próximos (só 9 segundos de diferença). Sempre bate aquela dúvida...

Saindo da mata, começamos a subir de novo. Pelo que lembrávamos da altimetria publicada no briefing, seria a subida mais longa e íngreme da prova. No meio da subida, lembramos das lições aprendidas e subimos acompanhando a velocidade da Daniela. Resultado: zeramos o PC no meio da subida.

Lá no alto, estava novamente o neutro, dessa vez com 8 minutos de descanso. Deu até para aproveitar a bela paisagem.


O trecho seguinte foi de descida, em direção à pousada, seguindo por uma trilha paralela à estradinha que usamos na subida. Seguimos descendo até encontrar novamente o riacho, no mesmo ponto onde terminamos o deslocamento.


Nesse ponto, demos bobeira e ficamos procurando uma trilha óbvia e perdemos um bom tempo... Acertamos o caminho e... o que é uma goiabeira? Putz, que tristeza, ninguém sabia como uma goiabeira se parecia... Passamos pelo PC 31 e voltamos para a pousada.

Passamos ao lado da igrejinha pelo PC 32 (que também foi cancelado), demos mais uma volta pela pousada e... outro trecho de bússola... Até que fizemos mais ou menos certo, mas perdemos o PC 37 (mas dessa vez, não foi exclusividade nossa: SÓ DUAS equipes encontraram esse PC, dentre TODAS as categorias... esse PC devia estar dentro do banheiro).

Como perdemos algum tempo nesse pedaço e a prova já estava no final, resolvemos dar uma corrida, já que era ladeira abaixo, até a chegada! Mas ainda chegamos com um minuto e meio de atraso...

Terminada a prova, só nos restou cuidar da hidratação!


Essa foi nossa melhor colocação até o momento em provas da North Brasil. Aos poucos vamos aprendendo. Quanto à etapa, teve esforço físico abaixo da média (menos de 8 km, talvez por causa do clima), dificuldade média de navegação e muitas, muitas pegadinhas.


Distância: 7332 m (já corrigido, com o deslocamento aproximado)
Tempo total: 2h 30min

Participantes: Alberto, Daniela, Jorge e Marcelo.

Resultado:
1 - Pinguins do Deserto (1503 pontos)
2 - Pé de Vento (1817 pontos)
3 - Falcão Azul (1872 pontos)
...
13 - Johnnie's Walkers (2370 pontos)

Prato do dia: Costela do Japonês, de Indaiatuba.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010