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Hodômetro - quilometragem dos participantes

Participante
Distância percorrida
Alberto
639,4 km
Daniela
810,0 km
Jorge
784,4 km
Marcelo
858,2 km
Paulo
211,2 km
Yumi
145,6 km
(considerando somente os eventos listados neste blog)

domingo, 9 de novembro de 2014

Northbrasil 2014 - Parque D'Anape

Começamos bem o fim de semana, jantando no sábado na Pizzaria Graça di Napolli. Pense num lugar bom (muito bom, diga-se) e barato - aquela burrata ainda me enche a boca de água só de lembrar. De sobremesa ainda rolaram paletas mexicanas - picolés, para os íntimos.

Chegamos no Parque D'Anape depois das 22h30, por conta de uma chuva chata na estrada (com medo de irmos parar no D'Anape Express, como em 2013), a tempo de fazer a reunião estratégica, mas sem o Jorge, que iria no domingo.

No domingo, enquanto aproveitávamos o caprichado café da manhã do Parque, recebemos um balde de água fria do Jorge: por motivo de saúde, não participaria da prova... Japa tava bichado.

Nossa largada foi às 10h40 e, assim que largamos, Alberto notou que faltava algo: a planilha (não se compara a esquecer o chip, como Marcelo fez em fevereiro...).


Largamos sem ele, que correu até o quarto mas logo nos alcançou.

Fizemos um laço no local da largada e seguimos para a região dos chalés, passando em frente aos quartos onde estávamos hospedados (se soubéssemos, poderíamos ter encontrado Alberto lá mesmo...) e descemos para a região do pesqueiro. Passamos a pinguela e rumamos para a direita, margeando a "canaleta".


Assim que pegamos a estrada de terra, uma vespa grudou na luva da Daniela e acabou ferroando seu pulso. Momento de estresse, Alberto acumulou a navegação enquanto Marcelo usava o kit de primeiros socorros (em todos esses anos nessa indústria vital, essa é primeira vez que usamos o kit) para aliviar a picada.

Passado o susto, começamos a subida a leste do estacionamento, que leva às trilhas na mata a leste.


Depois de um passeio no mato, saímos nas duas porteiras no alto da subida. Pegamos uma trilha à direita e entramos à esquerda. Andamos um trecho e não achamos a referência. Decidimos voltar e um staff veio nos ajudar. Marcelo, com sua fineza, ralhou: "Tá bem claro aqui na planilha, ó... Nessa referência tinha que... ir... reto... merda. Valeu, desculpa, tchau". Perdemos 3 minutos nessa burrada.

No trecho 12, erramos de novo e trouxemos uma ou duas equipes na nossa bota, mas percebemos o erro e ainda deu tempo de voltar correndo e ver se tinha PC. Tinha um neutro no final e nem perdemos tempo.


O trecho 14 foi sofrido, todo em subida, incluindo a pior subida do lugar... Olhando em retrospectiva, essa ladeira sempre nos deu trabalho, seja para baixo, seja para cima... Daniela ficou pelo caminho, mas o neutro lá no alto acertou o tempo.

Dali, seguimos a longa trilha pela crista do morro, na direção do cruzeiro, conhecido de outras provas, mas paramos no neutro que veio antes.



Saindo do neutro, seguimos por trilhas de gados com belas paisagens...



...até chegarmos à região dos lagos, ao sul da sede. No trecho 28, atravessamos o que um dia foi um lago...


Havia um integrante de alguma equipe à nossa frente, lutando para não sujar a bota :/ ... Alberto passou por um lado, Marcelo passou pelo outro e pegamos o PC 23, que estava bem no meio do charco, com 1 s adiantado!

Logo à frente deixamos a região dos lagos e seguimos para a estrada de terra margeada de árvores, que é um dos locais mais agradáveis do local. Antes de pegarmos a estrada, havia um neutrinho com água.

Voltamos pela estrada de terra até a área dos chalés e depois seguimos a 250 graus pelas "escadas" até chegarmos na canaleta que havíamos cruzado no início da prova. Havia um pouco de água no início. No PC 29, que estava dentro da canaleta,quando paramos para pegar o PC, outra vespa resolveu que a luva da Daniela dava um bom ninho e com a movimentação picou (dessa vez) a outra mão da Daniela... Duas ferroadas numa prova só é novo recorde... e no mesmo local da prova!

Saímos da canaleta e seguimos pela estrada de terra. Na próxima referência, ao sair da estrada por uma trilha ao lado de uma casa, uma equipe forma por um casal discutiam acaloradamente sobre qual rumo seguir. Entramos na trilha até outra canaleta e o casal veio na nossa bota.

Quando saímos da canaleta, a planilha exigia a divisão da equipe. Alberto e Yumi seguiram pela esquerda enquanto Marcelo e Daniela seguiram pela direita, para contornar o lago, levando o chip conforme descrito na planilha (éramos equipe de número par).

Quando nos reencontramos, Alberto questionou sobre o número da equipe, pois como não estavam com o chip, era necessário informar o número da equipe ao PC 41... Ele voltou correndo, mas o PC não registrou a primeira passagem, acarretando uma perda de 208 pontos...

No trecho 41, já com a equipe junta novamente, seguimos em direção ao Pesqueiro D'Anape. Ainda foi necessário encarar uma boa subida antes de voltar aos chalés. O final da prova foi em velocidade de 91 m/s!


Distância: 8682 m
Tempo total: 2h 48min

Participantes: Alberto, Daniela, Marcelo e Yumi.

Resultado:
1 - O3 (234 pontos)
2 - Kalango Doido (301 pontos)
3 - Nullus Modus (366 pontos)
...
15 - Johnnie's Walkers (993 pontos)
...

Prato do dia: Madero Burger & Grill. Mas ninguém comeu hamburguer...

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